Este foi um fim de semana de quase absoluto relax... praticamente nem saímos de casa! Só o papá é que pôs pé de fora... mamã e bebé estiveram um com o outro, entre mimos e cuidados! Foi bom, apesar da doença do bebé.
Ser pai/mãe não é fácil... os requisitos que nos são impostos hoje em dia pressupõem uma série de tarefas que antes não existiam ou que não nos pressionavam da mesma forma (como o emprego). Adoro o meu filho, a minha família. A ginástica que procuro fazer no meu dia-a-dia nem sempre proporciona serenidade. O ano que passou (lectivo) foi muito difícil. Este está a ser, em muitos aspectos, mais fácil. Mas o meu pequeno refilão é a minha prioridade, sempre... todos os dias procuro estar a 100% com ele, pelo menos durante 1 hora, o tempo de tomar banho, de comer, deitá-lo... No outro dia a vir da escola ouvia na rádio alguém dizer, na língua de nuestros hermanos, que não importa a quantidade de tempo, desde que quando chegamos a casa estejamos lá para eles, meia hora, uma hora. Precisamos de tempo uns para os outros, para os ver crescer neste ímpeto do tempo, que corre sem que o possamos controlar. E o tempo a dois... esse é tantas vezes deixado para trás, porque entre umas e outras tarefas e o tempo dedicado ao nosso bebé, não sobra nada, ou quase nada...
E de nada nos vale cantar: Oh tempo, volta pra trás!
»S«
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